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Programa de Parcerias de InvestimentosPPI

Usina Termonuclear Angra 3 - Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ)

Usina Termonuclear Angra 3 - Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ) 

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Andamento do projeto

Estudos

Consulta Pública

Acórdão TCU

Edital

Leilão

Contrato

  • Concluído
  • Em andamento
  • A realizar

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  • CLASSIFICAÇÃO POR REUNIÃO

    9ª Reunião

  • SETOR

    Usina Termonuclear

  • TIPO DE ATIVO

    Ativo Existente

  • Status do Projeto

    Em andamento

  • MODELO

    Empreendimento Estratégico

  • TIPO DE INICIATIVA

    Estatal

  • UF

    RJ

  • CAPACIDADE

    1.405 MW

  • DATA BASE

    12/2017

  • INVESTIMENTO CAPEX

    20,50

  • ÓRGÃOS ENVOLVIDOS

    Eletronuclear, Eletrobras MME, ME e GSI

  • OUTORGA MÍNIMA

    N/A

  • OUTORGA EFETIVA

    N/A

Informações do projeto

O projeto em questão trata-se da viabilização da Usina Termonuclear (UTN) Angra 3. O empreendimento encontra-se com 67,1% de avanço nas obras civis e, para sua entrada em operação, faz-se necessário o investimento adicional de um montante aproximado de R$ 20,5 bilhões.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aponta que, sob o ponto de vista elétrico, a UTN traz os seguintes benefícios relacionados ao desempenho elétrico da Rede Básica, em especial com relação ao suprimento da área do Rio de Janeiro/Espírito Santo:

a) permitirá manter a qualidade do suprimento em situações de parada para recarga ou manutenção das Usinas Termonucleares Angra 1 e Angra 2; 

b) aumentará os limites de transmissão para a área, reduzindo a necessidade do uso de Sistemas Especiais de Proteção (SEPs) de corte de carga;

c) melhorará o perfil de tensão nas malhas de 500 kV, 400 kV e 345 kV da Região Sudeste, decorrente da redistribuição de fluxo através de atendimetno local ao centro de carga.

Além disso, também foi objeto de destaque pelo ONS a disponibilidade de aproximadamente 90% da sua produção energética de 1.405 MW, o que supre a necessidade de cerca de cinco milhões de residências e acrescenta 7,2% na energia armazenável máxima do Sistema. Outro ponto relevante é sua proximidade com centros de consumo. Como a Usina irá disponibilizar sua energia diretamente no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO), que possui a maior carga do país, contribuirá para evitar congestionamentos nas interligações entre subsistemas.

Por meio do acompanhamento de um Comitê Interministerial, a ser integrado por representantes do Ministério de Minas e Energia, do Ministério da Economia, da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos e do Gabinete de Segurança Institucional, serão estudados os modelos jurídicos e operacionais que têm potencial para possibilitar a conclusão do empreendimento. Submetidos tais modelos à análise do Conselho do PPI e este deliberando por aquele que considere o mais apropriado, serão adotadas as providências para viabilizar a implementação da Usina.

 

  • Situação atual do projeto

    Será formado o Grupo Interministerial pelo MME, SPPI, ME e GSI para acompanhamento do empreendimento.

    A inclusão no PPI foi proposta pela Resolução nº 53 de 8/5/2019 do CPPI.

Ver outros projetos

  • STS 13A - Arrendamento de Granéis Líquidos no Porto de Santos/SP

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  • Terminal Portuário da DECAL

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