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Programa de Parcerias de InvestimentosPPI

Usina Termonuclear Angra 3 - Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ)

Usina Termonuclear Angra 3 - Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA), praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ) 

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Andamento do projeto

Estudos

Consulta Pública

Acórdão TCU

Edital

Leilão

Contrato

  • Concluído
  • Em andamento
  • A realizar

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  • CLASSIFICAÇÃO POR REUNIÃO

    9ª Reunião

  • SETOR

    Usina Termonuclear

  • TIPO DE ATIVO

    Ativo Existente

  • Status do Projeto

    Em andamento

  • MODELO

    Empreendimento Estratégico

  • TIPO DE INICIATIVA

    Estatal

  • UF

    RJ

  • CAPACIDADE

    1.405 MW

  • DATA BASE

    12/2017

  • INVESTIMENTO CAPEX

    15 bilhões

  • ÓRGÃOS ENVOLVIDOS

    Eletronuclear, Eletrobras, MME, ME, PPI e GSI

  • OUTORGA MÍNIMA

    N/A

  • OUTORGA EFETIVA

    N/A

Informações do projeto

O projeto em questão trata-se da viabilização da Usina Termonuclear (UTN) Angra 3. O empreendimento encontra-se com 62,5% de avanço total nas obras e, para sua entrada em operação, faz-se necessário o investimento adicional de um montante aproximado de R$ 15 bilhões.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aponta que, sob o ponto de vista elétrico, a UTN traz os seguintes benefícios relacionados ao desempenho elétrico da Rede Básica, em especial com relação ao suprimento da área do Rio de Janeiro/Espírito Santo:

a) permitirá manter a qualidade do suprimento em situações de parada para recarga ou manutenção das Usinas Termonucleares Angra 1 e Angra 2; 

b) aumentará os limites de transmissão para a área, reduzindo a necessidade do uso de Sistemas Especiais de Proteção (SEPs) de corte de carga;

c) melhorará o perfil de tensão nas malhas de 500 kV, 400 kV e 345 kV da Região Sudeste, decorrente da redistribuição de fluxo através de atendimetno local ao centro de carga.

Além disso, também foi objeto de destaque pelo ONS a disponibilidade de aproximadamente 90% da sua produção energética de 1.405 MW, o que supre a necessidade de cerca de cinco milhões de residências e acrescenta 7,2% na energia armazenável máxima do Sistema. Outro ponto relevante é sua proximidade com centros de consumo. Como a Usina irá disponibilizar sua energia diretamente no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste (SE/CO), que possui a maior carga do país, contribuirá para evitar congestionamentos nas interligações entre subsistemas.

Por meio do acompanhamento do Comitê Interministerial criado pelo Decreto nº 9.915, de 16 de julho de 2019, integrado por representantes do Ministério de Minas e Energia, do Ministério da Economia, da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos e do Gabinete de Segurança Institucional, ambos da Presidência da República, serão estudados os modelos jurídicos e operacionais que têm potencial para possibilitar a conclusão do empreendimento. Submetidos tais modelos à análise do Conselho do PPI e este deliberando por aquele que considere o mais apropriado, serão adotadas as providências para viabilizar a implementação da Usina.

 

  • Situação atual do projeto

    A inclusão no PPI foi proposta pela Resolução nº 53, de 08 de maio de 2019 do CPPI.

     

    Os trabalhos do Comitê Interministerial deram início em 12/08/2019 e as discussões estão em andamento.

Ver outros projetos

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