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Moreira: queremos novas empresas nas concessões

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28 de setembro de 2016

Moreira: queremos novas empresas nas concessões

Em evento com empresários brasileiros e italianos, secretário-executivo conclama companhias médias a participarem do Projeto Crescer

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A um grupo de 70 empresários brasileiros e italianos reunidos nesta quarta-feira (28), na sede do Banco do Brasil, o secretário-executivo do Programa de Parcerias e Investimentos da Presidência da República, Moreira Franco, defendeu a entrada de novas empresas nas concessões brasileiras.

"Vemos que as  empresas que participam das concessões, em todas as áreas, são basicamente as mesmas. Queremos que existam possibilidades reais para todos os agentes, com muita transparência", disse ele. "As empresas - sejam pequenas, médias ou grandes, brasileiras ou estrangeiras -, precisam ter acesso às informações, aos dados, aos endereços onde as decisões são tomadas. Assim podem se sentir seguras em fazer o investimento", completou.

O governo brasileiro lançou há duas semanas o Projeto Crescer, em que alterou vários pontos do marco regulatório, modificou a governança e listou um cardápio de 34 projetos de infraestrutura para serem concedidos ou vendidos à iniciativa privada.

O evento realizado na sede do Banco do Brasil serviu exatamente para brasileiros e italianos  discutirem a formação de parcerias para o mercado nacional de infraestrutura. Realizada com o apoio da Embaixada da Itália no Brasil e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, CBIC,  a reunião contou com a participação do Ministro interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, e do presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, além de Moreira Franco.

Os empresários italianos representaram 23 grandes grupos das áreas de engenharia e construção, finanças, concessões rodoviárias e ferroviárias, além de fabricantes de equipamentos. Do Brasil, participaram representantes de 16 médias empresas, especialmente focadas nas áreas de construção e engenharia.

Este foi o primeiro evento do gênero, em que empresários dos dois países avaliaram pilares do ambiente regulatório de concessões e possibilidades de constituir novos consórcios, para assim fazer deslanchar o Projeto Crescer.

Moreira Franco destacou também as principais diretrizes que podem trazer novos investimentos para a infraestrutura. Dentre elas, a segurança jurídica dos contratos, o fortalecimento das agências reguladoras, a qualidade técnica e abrangência internacional dos editais, prazos adequados para as concorrências, aprovação prévia da viabilidade ambiental dos projetos , além de regras que proporcionem o equilíbrio técnico e financeiro dos contratos.

Para o Ministro interino Dyogo Oliveira, as agendas das reuniões visaram sobretudo a objetividade, e o debate de condições reais de negócios para que se viabilize a participação de agentes antes excluídos das disputas pelas concessões. O Ministro destacou a importância de se restabelecer a confiança dos agentes. "Temos muita confiança e otimismo na recuperação da economia brasileira. Confiança nos números anunciados, nas metas que serão cumpridas e também na relação entre empresários e o Estado. Toda a equipe do governo tem uma orientação muito clara para trabalhar de forma a restabelecer um ambiente favorável ao crescimento econômico”, afirmou.

Cardápio da infraestrutura
As agendas entre empresários brasileiros e italianos visaram reunir, de um lado, o conhecimento que empresas brasileiras têm do ambiente de negócios do Brasil, e a capacidade delas para atuar em todo o território nacional. Do lado italiano, o objetivo foi trazer conjunto relevante de grandes grupos com abrangência multinacional, governança, disponibilidade de capital e  experiência nas áreas de concessões e parcerias público privadas.

Paulo Caffarelli, presidente do BB, destacou a amplitude do "cardápio" brasileiro de obras de infraestrutura a serem realizadas, e ressaltou que a possibilidade de se criar novos consórcios reacende o ambiente concorrencial, estimula os investidores privados e lança definitivamente as bases para o esperado fortalecimento do mercado brasileiro de capitais. "Hoje foi sobretudo um encontro de negócios, bastante focado, e que conseguiu colocar frente a frente, em 50 agendas individuais, os empresários dos dois países. São canais que vão se expandir, agregando novos atores, de outras nações".

O embaixador da Itália, Antônio Bernardini, lembrou que os encontros foram oportunidade única para que as empresas saibam de serviços financeiros e de consultoria oferecidos para quem participar das licitações. “Queremos que os encontros B2B de hoje representem terreno fértil para contatos diretos entre empresas italianas e brasileiras, favorecendo colaborações concretas”.

Fonte: assessoria do Banco do Brasil

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