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Concessão dos Parques de Aparados da Serra e de Serra Geral avança no TCU

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21 de setembro de 2020

Concessão dos Parques de Aparados da Serra e de Serra Geral avança no TCU

Canion
Em sessão plenária realizada em 16/9, os Ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) manifestaram-se favoráveis ao prosseguimento do projeto de concessão dos serviços públicos de apoio à visitação, à proteção e à gestão das unidades de conservação contíguas do Parque Nacional de Aparados da Serra (RS) e do Parque Nacional da Serra Geral (SC). 

“Este foi o primeiro projeto de concessão de Parques Nacionais qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos a ser submetido à aprovação do TCU. A concessão não é propriamente uma privatização: o patrimônio continua sendo público, cabendo ao concessionário investir para melhorar o acesso ao parque a diversos públicos”, explica a Secretária Especial do PPI, Martha Seillier. “A ideia é ampliar as oportunidades de aproveitamento do parque – restaurantes, trilhas – e assegurar tarifas módicas, permitindo atender tanto o turismo de baixo custo, quanto aquele voltado a pessoas de maior poder aquisitivo”, complementa.

A iniciativa envolve investimentos da ordem de R$ 15 milhões já nos primeiros quatro anos de contrato, cujo prazo total é de 30 anos. Ao todo, entre investimentos em instalações físicas e na operação dos parques, o valor estimado é de R$ 260 milhões ao longo do período de concessão.

 
Conservação ambiental
 
O concessionário deverá recolher, entre o 5° e o 30° ano do contrato, uma outorga variável de 1,6% da receita bruta da concessão, além de custear ações em monitoramento ambiental e manejo de espécies, programa de voluntariado e integração com o entorno e sensibilização ambiental (investindo nessas iniciativas o equivalente a 2,5% da receita bruta da concessão).

A qualidade da prestação do serviço por parte do concessionário será medida a partir de indicadores de desempenho, que englobam avaliação da satisfação dos visitantes, qualidade da gestão dos resíduos na operação e manutenção e conservação das estruturas da concessão. 

O modelo prevê a contratação de verificador independente, que auxiliará o Poder Concedente na fiscalização e acompanhamento das atividades da concessão.

Em sua manifestação, o Tribunal fez algumas recomendações, as quais serão verificadas e prontamente atendidas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), possibilitando a publicação, nas próximas semanas, do edital de licitação.

Autor: Alceu Justus Filho | Clarissa Alves Machado | Martha Seillier

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