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Brasil terá crescimento sustentável e competitivo no Governo Bolsonaro, afirma Secretário Adalberto

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17 de junho de 2019

Brasil terá crescimento sustentável e competitivo no Governo Bolsonaro, afirma Secretário Adalberto

Expasion
Adalberto Vasconcelos, Secretário Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, em missão Brasil-Europa no início deste mês, conversou com o Expansión, veículo espanhol especializado em economia e mercado, sobre as atuais oportunidades de negócios no Brasil. É destaque no exterior o ambicioso plano de reformas e privatizações do Governo de Jair Bolsonaro à frente do Brasil, que é considerado internacionalmente como o país motor da América Latina. Confira.
 
A economia brasileira se contraiu no primeiro trimestre do ano. Você acha que é possível que o país possa avançar para uma nova recessão?
 
O Brasil, hoje, possui instituições maduras e um nível de governança muito fortalecido. O país passou por uma crise econômica muito forte entre 2014 e 2016 e agora temos objetivos muito claros. Sabemos quais as reformas que temos que fazer e toda a população as apoia. O novo presidente formou uma equipe com técnicos altamente respeitados em todo o país. É normal que neste primeiro momento de ajuste tenhamos alguns desafios a superar, mas o balanço é muito positivo. Este ano, o Brasil superará as expectativas de crescimento. A reforma previdenciária será aprovada nos próximos meses e isso proporcionará uma injeção de incentivo que se expandirá por toda a economia.
 
Em que situação estão as negociações para avançar com a reforma previdenciária?
 
Eles são bem maduras. O governo apresentou uma proposta ao Parlamento e estamos em pleno debate. Esperamos que seja aprovado. Mas, o mais importante é que a sociedade tomou consciência da importância de aprovar esta proposta, porque proporcionará sustentabilidade futura e empregos para as gerações futuras.
 
Quais são os principais objetivos do plano de privatização e quais são os setores prioritários?
 
O governo pretende reduzir o peso do Estado, transferindo para a iniciativa privada atividades que possam ser melhor gerenciadas por empresas privadas. Desta forma, podemos concentrar a tarefa do governo em atividades sociais que a iniciativa privada descarta porque não são lucrativas. Entre os setores prioritários para o governo estão as rodovias e ferrovias, o setor portuário, o saneamento e a transmissão e geração de energia, entre outros.
 
Que tipo de investidores estão buscando o desenvolvimento de todos esses projetos?
 
Esses investimentos são para investidores de médio e grande porte. São grandes projetos, muitas vezes destinados a consórcios.
 
As empresas espanholas acumularam um investimento de 41 bilhões de dólares no Brasil. O que você acha da aposta espanhola em seu país?
 
As empresas espanholas foram fortes aliadas do programa de desestatização que o Brasil iniciou nos anos 90. Houve uma participação significativa em telefonia, rodovias, construção pesada (…) acreditamos que a participação espanhola aumentará porque todo esse aprendizado foi aperfeiçoado e temos um marco regulatório maduro e sólido. Temos previsibilidade, segurança jurídica e forte governança na área de infraestrutura. O Brasil precisa de infraestruturas, não é necessário criar uma demanda; é suficiente construir um ativo porque a demanda é pré-existente. Nós nunca quebramos um contrato de concessão; Temos uma taxa de risco adequada para investimentos e muito atraente. As empresas espanholas estão presentes no Brasil desde os anos 90, conhecem bem o nosso mercado.
 
Que fórmulas seguirão para realizar as privatizações? Até que ponto o Estado colaborará?
 
Quanto ao governo federal, temos uma carteira de projetos sustentáveis ​​que não exigem participação do Estado para ter viabilidade econômica. São projetos que oferecemos ao mercado maduro, após um ou dois anos de estudo. As parcerias público-privadas que têm subsídios estatais estão mais concentradas nos governos, estados e municípios 
subnacionais.
 
Quais são os benefícios e obrigações que uma empresa estrangeira tem quando se trata de fazer negócios no Brasil?
 
Uma empresa estrangeira que quer investir no Brasil não precisa andar de mãos dadas com empresas locais. As demandas são as mesmas para todos. Temos concursos muito competitivos e regras muito claras.
 
O governo pretende transformar a economia brasileira. Quantos anos você acha que precisará para atingir esse objetivo?
 
O Brasil tem desafios históricos que o atual governo conhece muito bem. Eu acredito que o Brasil será outro país, um país diferente, com crescimento sustentável e competitivo e serviços de qualidade em um curto espaço de tempo. O mais importante é que temos um plano de saneamento muito sólido e um objetivo muito claro para alcançar nos próximos quatro anos. Garanto que o Brasil será outro depois do governo Bolsonaro, com instituições mais maduras, uma economia mais forte e mais igualdade social.
 
Fonte: Expansión (http://www.expansion.com/latinoamerica/iberoamericana-empresarial/2019/06/17/5d0637dde5fdeaab1d8b4574.html)

 

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