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"PPI deu consistência quase inédita no mundo aos projetos de infraestrutura", diz chairman da CG/LA

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30 de julho de 2019

"PPI deu consistência quase inédita no mundo aos projetos de infraestrutura", diz chairman da CG/LA

Com mais de 40 anos de experiência ao redor do mundo na análise e implementação de projetos de infraestrutura, o chairman da CG/LA Infrastructure, Norman Anderson, não hesita em elogios ao PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo federal. 

"O PPI deu uma consistência muito interessante nos projetos, algo quase inédito no mundo. O Brasil tem um portfólio de projetos bem melhor que outras democracias no mundo", disse Anderson que está no país para o 17º Fórum Latino Americano de Liderança em Infraestrutura, promovido pela empresa, que ocorre nesta semana em Brasília.

Comparando o Brasil com o governo dos EUA, ele diz que o setor de infraestrutura em seu país de origem é compartimentado e fica longe da Casa Branca, o que faz com que as decisões sobre o setor sejam mais lentas. Além disso, segundo ele, a capacidade técnicado órgão facilita a tomada de decisão.

"Nos EUA, a Casa Branca não tem uma pessoa que entende de infraestrutura. A capacidade de tomar decisões lá é muito limitada", disse o líder da empresa, que trabalha em consultorias para projetos do setor ao redor do mundo.

Melhora na percepção
 
Segundo Anderson, a percepção dos investidores sobre investimentos no Brasil melhorou e a expectativa agora é que a reforma da Previdência ocorra para que se tenha "um sinal forte de que o governo vai funcionar". Para ele, o país está num momento crucial para os projetos de infraestrutura.

"Quando um país lança um esforço para fazer infraestrutura, o sucesso ou o fracasso desse esforço acontece nos primeiros 12 meses de um governo novo."
 
Para Norman, o desafio agora é fazer com que a infraestrutura seja percebida como importante para a população, capaz de resolver de fato os problemas do dia a dia das cidades. E, com isso, ela possa ser refundada no país para ser uma espécie de âncora para o desenvolvimento.
 
No momento, segundo ele, é fundamental que os governos se atentem para três fatores: planejamento de longo prazo, novas tecnologias e desenvolvimento da capacidade de investimento local.

"Depois da Lava Jato ficou um déficit muito grande para desenvolver as empresas de engenharia e construção. Isso precisa ser reconstruído e a oportunidade agora é muito grande. Tem que desenvolver novas empresas, com pessoas jovens. Nos anos 70, surgiram todas essas grandes empresas fazendo represas no Brasil. Agora o Brasil tem uma oportunidade muito interessante para implementar novas empresas", afirmou o chairman.

Fonte: Dimmi Amora, da Agência iNFRA

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